Mostrando postagens com marcador New York. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador New York. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Melhor noite em Manhattan


Esta música do Frank Sinatra sempre embalou meu sonho de conhecer Nova York.
Escutei ela outro dia, bateu uma saudade imensa da cidade dos meus sonhos. E vou contar uma noite incrível que passei em Manhattan.
Como alguns amigos já devem saber, quando estive na Big Apple estava interessada em visitar os pontos turísticos. Mas, acima de tudo, queria conhecer a balada da grande metrópole.

Estava nos Estados Unidos a três meses e a minha viagem final foi ao lado de Laís e Cadu.



Quando chegamos demoramos um tempo para descobrir os lugares bons. O primeiro local que saímos foi um completo desastre! Eu mal podia acreditar que estava em NY. Parecia mais fim de festa de casamento de um primo, do tio, do avô, do seu cunhado! Qualquer coisa, menos uma night em New York.

Nos dois dias seguintes, conhecemos Pubs tipicamente Nova iorquinos e foi super legal.

PS: Não vou dar muitos detalhes destas saÍdas, porque não é o objetivo deste post. Mas se alguém quiser, depois eu escrevo sobre "Onde sair em NY". Mas pede nos comentários!



E então, era um domingo, e queríamos sair em Manhattan!!! Voltamos a um Pub que já conhecíamos, mas ao contrário do primeiro dia, o lugar estava completamente vazio. Eu não podia acreditar. Dizia à minha amiga:




- Laís, até em Belo Horizonte tem lugar pra sair no domingo. Estamos em Nova York e não vamos achar um lugar legal?? Não é possível!

Inconsolada, fui conversar com um "bartender", ele passou as informações de uma boate animada! As instruções dele eram as seguintes:
" Vocês vão até a 9 Avenue with 3rd, vai ter uma boate no subsolo de um Hotel cinco estrelas. A boate é lá "

Pegamos um taxi, no endereço havia uma fila e esperamos chegar nossa vez. Quando fui conversar com o promoter, ele contou que não se pagava entrada. Mas tínhamos que ocupar uma mesa e consumir pelo menos uma garrafa, que custava uns 300 doláres. (Ah tá...)




Eu, Cadu e Laís ( pobrinhos) não iriámos pagar, mas o kevin (um americano que conhecemos na fila) se ofereceu para comprar a garrafa. E nós aceitamos. Claro!

O lugar era tão chique que só subia "uma mesa" por vez no elevador, acompanhado de um segurança, que pedia um passaporte e um cartão de crédito. Eu (lerda como sou) acreditei que ele pediria os documentos para todos, mas nos fins das contas ele subiu só com o meu.


Para piorar a história, quando chagamos na cobertura, o americano "FDP" desistiu de pagar! =[
Eu queria matá-lo. Fiquei desesperada, já vi a hora em que ficaria sem dinheiro para sobreviver meus últimos dias nos States.







Mas algo incrível e inesperado aconteceu...





Quando avisei que teríamos que ir embora, e não queríamos consumir nada, veio o mesmo segurança que subiu com a gente, mandou andarmos rápido e falou:

_ Olha, não comenta com ninguém, mas anda rápido, entra pela outra porta e vocês podem ficar aqui!! Não precisam pagar!

AH! Foi incrível! E, desta forma, fiquei em uma festa SUPER pop em Nova York, em um dos lugares mais bonitos que já fui na minha vida.

Nunca imaginei estar em uma festa tão vip, na cobertura de um hotel cinco estrelas, na área mais nobre de Manhattan!!! Por isso, eu repito, anime-se sempre, pois você nunca sabe o que um domingo chuvoso pode lhe reservar!!

Bjos
Have fun, always...

Cíntia_ Tintin

Se você gostou deste post, leia também.

domingo, 22 de agosto de 2010

Intercâmbio nos EUA pela YMCA




Estão abertas as incrições para o ICCP (International Camp Counselor Program) de 2011. O projeto, que é organizado pelo ACM MG, treina jovens entre 18 e 28 anos para trabalhar em acampamentos de verão nos EUA.


Quando escutei sobre a YMCA a quatro anos atrás pensei " só pode ser uma pegadinha. É muito bom para ser verdade". Como poderia existir uma associação que paga sua passagem, seguro saúde e moradia nos EUA por três meses? E, ainda, oferece um treinamento em inglês? Mas era verdade e foi através dela que eu realizei minha primeira viagem para o exterior.

Depois que fiz a entrevista na ACM -MG conheci um mundo novo. Fiz amigos, me diverti e trabalhei muito para me qualificar como "counselor". Eu tinha que ir aos treinamentos todos os sábados a tarde e domingos pela manhã. Era preciso pensar em brincadeiras e adquirir um vocabulário que não é comum em escolas de idiomas. Com muito esforço e um amor cada vez maior por esta oportunidade, eu fui classificada para o estado de Oklahoma, para o acampamento Classen.

Foram três meses incríveis e antes de regressar ao Brasil, ainda tive a oportunidade de conhecer Dallas, Oklahoma City, Nova York e Miami Beach. (mas esta parte eu paguei por minha conta).


Para fazer os treinamentos é preciso pagar uma taxa (que eu não vou saber dizer qual e´o valor este ano - mas é muito mais barato do que qualquer preço de "working in travel"). E como há um salário nos EUA, você acaba recebendo de volta seu investimento inicial.



As entrevistas para fazer parte dos treinamentos terminam no dia 25 de setembro, e ocorrem nas unidades da ACM-MG, em Belo Horizonte. Para se inscrever é só mandar e-mail para internacional@acmmg.org , com seu nome, telefones, endereço e data de nascimento. Você pode fazer uma entrevista gratuita, sem compromisso, só para conhecer a organização. Mais informações pelo telefone: (31) 3224 5056

E ressalto que não estou recebendo nada por esta divulgação. É só o amor por um projeto que mudou minha vida.



Boa sorte a todos. E se tiverem alguma dúvida podem me perguntar em cintiarcos@gmail.com.

terça-feira, 9 de março de 2010

Pegue sempre o taxi amarelo em New York



Aventuras nos Estados Unidos

Vou começar a contar umas histórias da minha viagem para os EUA, já que dar algumas dicas de viagem também e' um propósito deste blog. E, assim, meus amigos conhecem as aventuras nas "Terras do tio San", pois para a maioria eu não tive tempo de contar os episódios mais engraçados que passei.

Chegando em New York

Uma amiga brasileira, chamada Lais, encontrou comigo no Aeroporto de Dallas, no Texas, e embarcamos num avião para a "Big Apple " rumo ao JFK; que não é o aeroporto mais utilizado em passagens internacionais, normalmente vôos como os nossos vão para o La Guardia, mas lá íamos nós .

Eu e Laís já havíamos reservado o hostel. Fomos pegar um carro e quando íamos tomar um táxi amarelo, daqueles famosos que aparecem em todos os filmes sobre Nova York, um homem com um sotaque super carregado nos parou e falou que tinha um táxi próprio. Não era amarelo, porém mais barato. Ficamos na dúvida, mas como na cultura do Brasil o que é alternativo é sempre mais barato, fomos com o Indiano.





A sensação de estar chegando em New York foi maravilhosa! As pontes, os prédios, o ar cosmopolita! A realização era tão grande que mesmo se eu escrevesse mil linhas, não poderia contar.



Havíamos reservado nosso hostel no Brasil e a única coisa que sabíamos era que ele era perto do Central Park.

****Pausa 1.: Estar próximo ao Central Park NÃO significa, necessariamente, estar perto da balada; afinal, o parque é gigante!


Atravessamos a cidade, passamos pelas regiões mais bonitas e começamos a entrar numa área de "gueto". Eu e Lais só olhávamos uma para outra, depois para aquelas turmas com cara de filme-de-gangue-americano e pensávamos:Nossa, nos ferramos!”.

Quando chegamos ao endereço, o prédio não tinha a menor cara de hostel. Para falar a verdade, eu nem sabia o que era um albergue, era a primeira vez que ficaria em um.

****Pausa 2.: Sempre que possível, e se você nao for uma pessoa que gosta de muita privacidade, escolha um hostel. É a melhor opção sem dúvida. Mas, isto é assunto para outro post.

Desci primeiro para confirmar se aquele era o lugar e se estava tudo certo com nossas reservas. O recepcionista era super simpático e estava tudo okay. Quando voltei ao táxi, para buscar minhas bagagens, a Lais estava com todas as malas nas mãos praticamente - e olha que as minhas e as dela juntas eram seis ou sete.

_Que isso amiga, o que está acontecendo? O cara está mandando a gente descer logo porque ele tá com medo da região?

_ Não amiga, anda logo! Anda logo! Ele estava me chamando pra sair, me mostrou os dentes banguelinhas e falou “sex, sex, sex”.

Neste momento eu não sabia se ria ou carregava as malas. Aquele indiano com uma cara super estranha chegando na Lais foi uma cena inesquecível, mesmo! Mas ele nos cobrou mais caro do que um taxi convencional, ou seja, quando for à Nova York pegue SEMPRE o táxi amarelo.

Entramos no hostel que, embora fosse numa região muito estranha, internamente era lindo. Tanto o alojamento, quanto as pessoas que o frequentavam. Só haviam europeus, canadenses e brasileiros.

Neste momento a Lais estava muito assustada com tudo e não me deixou nem descobrir para onde deveríamos ir no mapa. Saímos na rua em busca de um metrô. Como não conhecíamos a cidade, devemos ter andado cerca de vinte quarteirões até descobrirmos, enfim, a entrada de uma estação.

As estações têm entradas iguais às do filme Harry Potter: elas surgem do nada! Mas encontramos uma e fomos para o lugar no qual você se sente realmente em New York: a Times square!




As luzes são impressionantes. Se você nunca foi à New York, imagine, tudo que você já viu na televisão e no cinema, é mais bonito, muito mais! Fomos ao Hard Rock Café e colocamos as fofocas em dia.

Se você gostou deste post, leia também.